Dicas de livros

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Uma história da Ópera – Carolyn Abbate e Roger Parker

“Indico este livro pelo enfoque de sua abordagem. Para além das questões estéticas, que abordam atentamente, os autores adentram em aspectos geralmente inexplorados acerca da ópera: ópera como negócio, a profissionalização do gênero, questões infraestruturais, entre outros. Uma história da ópera certamente dialoga não só com o leitor que busca dar os primeiros passos dentro do gênero como também com o leitor experiente que encontrará aspectos raramente abordados em edições brasileiras sobre o tema”.

Rebello Alvarenga, idealizador e coordenador geral

do Música e Sociedade

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Escuta só – Alex Ross

“Alex Ross sacudiu o mundo da música ao publicar em 2007 seu livro O resto é ruído. Anos depois, o crítico musical volta com outra obra de grande impacto. Trata-se de Escuta só. Neste livro, Ross propõe dissolver as barreiras existentes entre o clássico e o popular trazendo uma leitura extremamente instigante. Com uma prosa leve e divertida, Escuta só apresenta diversos artigos do autor que vão desde a música renascentista ao Radiohead, do moteto ao jazz e ao rock. Assim, esta obra está conectada com uma visão de mundo plural, onde as barreiras de estilo e gênero são repensadas e reformuladas a cada dia. Ross escreve para um mundo onde a música clássica continua viva e pulsante, reinventada e reapropriada. Escuta só é um mergulho neste novo mundo, um convite para trazer o universo da música de concerto para além dos discursos e entendê-la não como uma peça de museu, mas como uma cultura atuante no cenário musical contemporâneo.”

Rebello Alvarenga, idealizador e coordenador geral

do Música e Sociedade

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Como a música ficou grátis? – Stephen Witt

Como a música ficou grátis? é um livro intrigante desde a contracapa, ao nos sugerir que “Karlheinz inventou o mp3”. O primeiro nome que vem a cabeça é o de Karlheinz Stockhausen. Nada disso. Quem inventara o mp3 foi Karlheinz Brandenburg. Para além dessas curiosidades, o livro traça toda uma narrativa para responder a pergunta que enuncia no tÍtulo, colocando alguns players fundamentais na trama: o magnata da indústria fonográfica, o nerd fissurado em tecnologia, pesquisadores renomados e o mercado pirata emergente. Tudo isso envolvendo a obsessão por dinheiro e poder que é cara a estes tempos turbulentos”.

Danilo Avila, colaborador do Música e Sociedade

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A definição de Arte – Umberto Eco

“A edição de A Definição da Arte publicada pela Editora Record vem suprir uma demanda teórica que há muito havia em nosso meio. Até então a única versão do livro era a publicada pela editora portuguesa Edições 70, com preço bastante inacessível e tradução distante da nossa fluidez. Com a tradução de Eliana Aguiar, o público brasileiro pode desfrutar desse livro que contém tanto discussões estéticas sobre a historicidade das categorias artísticas, quanto o desenvolvimento de questões musicais como no capítulo “Experimentalismo e Vanguarda”, aonde procura uma distinção entre estes termos pautada em compositores italianos como Luciano Berio.  O livro é um compilado de escritos desenvolvido entre 1955-1963.”

Danilo Avila, colaborador do Música e Sociedade

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Ideia de cultura – Terry Eagleton

“Eu indico a obra, porque neste livro nota-se que o autor elabora uma análise historicizante sobre o conceito de cultura. Terry Eagleton evita certos ‘clichês teóricos’, de modo a produzir uma revisão das definições antropológica e estética, uma vez que o recorrente uso associado a essas e outras áreas nos prende a uma noção de cultura debilitantemente ampla e desconfortavelmente rígida. Tendo em mente as transições históricas do conceito, ele contextualiza as relações entre cultura e cultivo/natureza, cultura e civilização, alta cultura e cultura de massas, chegando até uma abordagem mais contemporânea, em que “cultura” deixa de significar apenas um espaço de valores éticos e identitários para se inserir no próprio léxico das disputas político-ideológicas da pós-modernidade. Musicólogos e historiadores que estudam expressividades artístico-culturais dos séculos XX e XXI podem aproveitar muito dessa leitura, pois se faz possível compreender de que maneira essas relações se reconstroem e perpassam direta ou indiretamente a produção de todo material musical, sendo este material sujeito à reafirmação ou não de categorias como “popular/mainstream” ou “erudito”, hoje vistas como categorias intercambiáveis e não fixas.”

Nívea Lins, colaboradora do Música e Sociedade

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