Os primórdios do Jazz no Brasil: as primeiras Jazz Bands no movimento de modernização nacional

Os primeiros rastros das jazz-bands no Brasil

O filósofo Marshall Berman, em Tudo que é sólido se desmancha no ar, definiu a experiência da modernidade como uma aventura, um turbilhão de excitações e de profundas transformações que pulverizariam quaisquer valores e sentidos eternos. No momento imediatamente situado entre as duas primeiras guerras mundiais, o mundo assistiu à propagação de um modelo de modernização calcado nos padrões capitalistas norte-americanos. Logo a excitação daria vazão à necessidade de consumir um tipo de música adequado aos tempos turbulentos que se instauravam. O jazz passava a ser requisitado nas instâncias recreativas ao redor do mundo. Era a trilha sonora para a aventura moderna que se desenhava.

Exemplar de uma edição americana do livro de F. S. Fitzgerald

Para alguns historiadores, esse período ficou conhecido como “Era do Jazz” ou The roaring years, denominação que se popularizou nos Estados Unidos após o sucesso de um dos livros de Scott Fitzgerald, intitulado Contos da Era do Jazz. O livro foi publicado em 1922 e trazia textos que ilustravam o comportamento e os hábitos da sociedade norte americana no pós-guerra.

Já, Roberto Muggiati afirma que essa associação só iria acontecer pouco mais tarde, em 1931, com o lançamento, pelo mesmo escritor, de um ensaio chamado “Os ecos da era do Jazz” (Echoes of the Jazz Age). Uma das frases destacadas pelo autor é a que afirma ser “a palavra jazz em seu progresso para a respeitabilidade significou primeiro sexo, depois dança, depois música”, sendo esta também “associada com um estado de estimulação nervosa, não muito diferente daqueles das grandes cidades atrás das trincheiras de uma guerra” (MUGGIATI, 1999, p. 40).

O historiador Eric Hobsbawm, porém, afirma que o termo “Era do Jazz” não dá conta da complexidade deste momento histórico, principalmente ao se considerar o aspecto diaspórico do jazz para fora dos Estados Unidos. Assim, segundo ele, não foi um formato tradicional ou puro de jazz que se espalhou pelo mundo, mas um formato diluído, híbrido, única e exclusivamente exportado através do mercado dos salões de dança. Por isso mesmo o autor considera inadequada a expressão “Era do Jazz”, por causa da ligação desse jazz mais dançante com o grande negócio industrial e do ambiente de trocas culturais que começava a se fortalecer na Europa e na América Latina. Estes apontamentos nos levam a uma pergunta: teria ocorrido o mesmo no cenário musical brasileiro?

Com base em extenso levantamento de fontes, a pesquisadora francesa Anais Flechet (2016) chegou a afirmar que “o Brasil foi um país que se converteu ao jazz, bem cedo”, e foi “marcado por inúmeras apropriações e fusões musicais”, mas que “ainda é pouco conhecida a história sobre o jazz no Brasil”. Ainda assim, constata-se que vários pesquisadores brasileiros têm investido em recuperar a trajetória do jazz em suas cidades, ajudando a montar um painel das transformações urbanas e sociais e também a dar novo fôlego para a memória musical brasileira.

Rio de Janeiro: os primeiros anos do jazz no Brasil coincidiram com os primeiros do samba na antiga capital federal.

Sabe-se que os primeiros indícios da presença do jazz no Brasil se rementem ao Rio de janeiro, precisamente em 1917, alguns meses depois do nascimento oficial do samba. E, claro, um ano depois também da gravação que seria conhecida como a primeira a utilizar a grafia “jazz”: Livery Stable Blues – Fox Trot da Dixieland Jazz Band. Tratava-se da apresentação da American Rag Time Revue, que aconteceu entre novembro/dezembro de 1917, primeiramente no teatro Phenix (RJ) e depois no teatro Apolo (SP).

Jazz no Brasil: anúncio de jazz band
Os primórdios do Jazz no Brasil: propaganda anuncia apresentação de Jazz Band.

A imagem mostra um dos mais famosos momentos do espetáculo: a companhia Baxter & Willard, cujo baterista foi chamado pelo Correio da Manhã de “o homem dos 32 instrumentos”. Segundo Fléchet (2016, p. 17), apenas um ano depois desse evento a palavra “jazz” apareceria na imprensa brasileira, por conta da apresentação em Recife da dançarina Della Martell. A difusão e a popularização do termo viriam em 1919 com a apresentação da orquestra anglo-americana de Harry Kosarin no Theatro Lyrico (RJ).

Há indícios que somente em 1924 os brasileiros começariam a utilizar a bateria completa, por influência do naipe de uma jazz-band americana chamada Gordon Stretton Jazz Band que fizera um tour pela América do Sul com a Companhia de Revistas Bataclan (VEDANA, 1987, p. 17-18). Na ocasião, além da bateria, outros instrumentos (como o banjo) e acessórios percussivos (pratos, cocos, cincerros etc.) iriam ser requisitados pelas jazz-bands brasileiras que se formavam.

A coqueluche musical: de regionais a jazz-bands

Os primeiros anos de Jazz no Brasil; a Jazz Band “Os oito Batutas” com Pixinguinha.

No Brasil, o início do século XX é marcado também pela forte influência do pensamento modernista inaugurado no país com a Semana de Arte Moderna, na cidade de São Paulo, em 1922. O movimento sinalizava uma necessidade de valorização da cultura brasileira em um período de intensa injeção de bens de consumo americanos e europeus, mas também uma necessidade de estar dentro dos padrões modernizantes, no campo da tecnologia e das artes, sobretudo no quesito musical. Naquele mesmo ano, o conjunto musical Os Oito Batutas partiria para Paris, sendo influenciados pelas bandas de jazz que lá se apresentavam. Mais tarde, a absorção do jazz gradativa por outros conjuntos musicais proporcionaria, em primeiro lugar, uma mudança na proposta instrumental e no repertório dessas bandas, que por consequência assumiram o título de jazz bands. No entanto, essa permuta não eliminou as demais bandas que seguiam com o título de orquestras ou conjuntos, apenas apontava para um formato ainda orquestral e, às vezes, com menor número de músicos. Esses grupos passaram a adicionar também instrumentos que eram associados ao jazz de forma automática. É possível ver na imprensa da época rastros dos locais, músicos, público e do repertório que faziam parte desse novo e misturado universo jazzístico, como nessa matéria presente na seção “Vida Social” do jornal Folha da Manhã de quatro de julho de 1925:

Realiza o Brasil Esporte Club, no próximo dia 18, no Salão do Conservatório, um festival musical e dançante. Tomam parte nessa festa os aplaudidos musicistas Vicente de Lima, João da Costa Aguiar, Francisco Lerosa e Guilherme Mignone. Tocará, durante as danças, que se seguirão à parte musical, o jazz-band sob a direção do Sr. José Maria. Na secretaria do Club estão desde já, à disposição dos sócios, os respectivos convites (apud RIBEIRO JÚNIOR, 2016, p. 24).

A Jazz Band Bico Doce, uma das pioneiras do Jazz no Brasil.

Como se vê, o anúncio supracitado indica a existência de um festival de música patrocinado pela agremiação Brasil Esporte Club da cidade de São Paulo. O texto indica que uma “jazz-band” nacional foi contratada para tocar enquanto os convidados dançavam em um salão particular. A presença dessas bandas de jazz no Brasil se espraiou por várias instâncias recreativas como afirma Jair Paulo Labres, “na medida em que os anos passam pela década de 1920, mais e mais jazz bands aparecem em anúncios de bailes carnavalescos, em clubs e associações no Rio de Janeiro” (LABRES FILHO, 2014, p. 10). Como esclarece Fabiane Behling Luckow, em seu trabalho Cabarés e chanteuses: pela boêmia Porto Alegre de 1920, apresentado no XX Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM, Florianópolis, 2010), ao analisar o “cenário musical moderno” nos clubes noturnos de Porto Alegre e todo o ambiente de práticas musicais na década de 1920, a autora percebe que havia certo frenesi e a necessidade dos indivíduos de experimentar o mesmo cotidiano aos moldes dos grandes centros urbanos, e de ouvir os mesmos sons que reverberavam nessas grandes cidades industriais:

A música do jazz band é a representação musical de um novo e tumultuado mundo, incorporando os novos ruídos da civilização moderna e industrial em suas texturas e o ritmo agitado das emergentes metrópoles modernas em seus compassos, as quais Porto Alegre desejava pertencer (LUCKOW, 2010, p. 540)

Em relação a Curitiba, segundo Marilia Giller, “no Paraná dos anos de 1920, o jazz surge e as formações jazz band aparecem com maior frequência nos salões de clubes, nos teatros e cinemas, nas sociedades artísticas” (GILLER, 2013, p. 3). A pesquisadora relata também que mesmo as bandas que não possuíam a típica formação de uma jazz-band se intitulavam assim pelo modismo da época e “pelo fato de que, para sobreviver no universo do entretenimento musical, os músicos circulavam por diferentes gêneros, estilos e performances”. Assim, até orquestras de cordas, geralmente presentes em locais mais refinados e calmos (como cafés) adotaram o rótulo “jazz-band” (CABRAL, 1997 apud GILLER, p. 28, 2012).

Analisando a cena musical de Porto Alegre também se pode localizar uma forte influência das bandas de jazz e sua relação com a modernidade. Entre as décadas de 1930 e 1940, Hardy Vedana chegou a afirmar que “o rádio [propagava] muito rapidamente os grandes band leaders norte-americanos cultores da nova música, o jazz”, e a respeito das sensações que as bandas de jazz suscitavam chegou a declarar em tom memorialista que:

O efeito produzido [por aquelas bandas] era magnetizante, não deixava ninguém quieto. Também eram usadas com frequência, em vez de instrumentos de sopro, imitações de vozes, tanto humanas como de animais. A característica principal desse tipo de música era a improvisação coletiva, bem como pequenos solos criados pelos músicos nos breaks deixados pelo conjunto. O solista, na hora da improvisação, criava uma segunda melodia, baseada naquela inicial ou, em outros casos, no embasamento harmônico (VEDANA, 1987, p. 65).

Mas, mais importante foi a impressão que Pixinguinha e sua trupe deixaram ali anos antes dessa propagação radialista. Ao se referir à paisagem sonora de Porto Alegre Hardy Vedana (1987, p. 19) relata que por volta de 1926 a jazz-band carioca Os Oito Batutas fizeram uma apresentação na cidade e fomentaram grande impacto nos músicos e no público porto-alegrense, repercutindo na formação de novas bandas e adaptação de regionais à nova demanda musical da época.

Harry Kosarin: o americano que se tornou figura central nos primeiros anos do Jazz no Brasil.

O historiador Antonio Carlos (2016) defende que se essas primeiras bandas de jazz simbolizavam a chegada da modernidade no Brasil, seria necessário atentar para as especificidades da experiência brasileira frente às novas demandas de bens simbólicos, indicando as formas de aclimatação e interpretação dessa modernização capitalista. Assim, a adoção do formato jazz band instauraria um período de modernização/transformação musical não pelo fato dos músicos e público vislumbrarem no jazz uma música melhor ou superior ao repertório brasileiro. Antes, porém, se disseminou um ambiente de trocas culturais. Afirma o historiador que naquele momento “a modernidade musical não estava apenas no fato de se tocar músicas estrangeiras, mas de utilizá-las dentro dos moldes da música brasileira” (RIBEIRO JÚNIOR, 2016, p. 33). Portanto, foi durante as décadas de 1920 e 1930, em meio a um processo crescente de urbanização e modernização, que cidades como Belém e Curitiba viram surgir também diversas bandas com interesse pelo jazz, por influência, sobretudo das programações das rádios. Essas bandas, no entanto, também tocavam no seu repertório outros ritmos, “incluindo tangos, marchas, choros e sambas” (COSTA; VIEIRA, 2011, p. 137).

Algumas dessas bandas foram a Jazz Band Espia Só, a Jazz Venezianos, o Royal Jazz Band, a Jazz Carris, a Jazz Real, a Jazz do Joca, a Jazz Pica Pau. Outras bandas que podem ser mencionadas são a Jazz Band Sul Americano (conhecida como a mais famosa da época), a Jazz Band Acadêmica de Pernambuco (criada por iniciativa do compositor Capiba), Orquestra Ideal Jazz Band, a Carlito Jazz (do baterista Carlos Blassifera) fundada em 1926, a Jazz Manon, a Jazz band Andreozá, a Jazz band República, a Jazz band Cârafu, Jazz Band Bico Doce, Curitiba Jazz Band e a Jazz band Saívans, entre tantas e tantas outras.

Disco de Aracy Cortes cantando com a Jazz Band de Romeu Silva

Assim, nas primeiras décadas do século XX, houve bastante espaço para o jazz no Brasil e seus derivados, como o fox trot, o swing, o charleston, e o boogie woogie. Nesse sentido, os salões de dança, que se tornaram mundialmente populares – e um mercado cada vez mais evidente após a Primeira Grande Guerra –, tiveram importante papel para a divulgação desse repertório musical, bem como de gêneros musicais brasileiros como o samba, o maxixe e o lundu, e também de ritmos argentinos como o tango, o bolero e a rumba, os quais tinham como principal característica o aspecto rítmico e dançante.

Em um artigo intitulado “Uma possível história da dança Jazz no Brasil (2005)”, Ana Carolina da Rocha Mundim afirma ter sido na década de 1930 que houve a forte influência do jazz nos salões de dança, devido à recém-chegada moda do sapateado.

Tudo isso porque havia uma nova perspectiva do ponto de vista dos costumes no pós-guerra, sobretudo na função da música popular, pois “é um período de formação de novos gêneros musicais e implantação de inventos tecnológicos relacionados com a área do lazer” (SEVERIANO; MELLO, 1997, p. 49)

O comentário do crítico musical Cruz Cordeiro, publicado na décima oitava edição da Revista Phonoarte, realça essa ligação entre o jazz e a modernidade tecnológica que se instaurava e começava a desenvolver a indústria do entretenimento no território brasileiro:

O jazz teve e tem tido até hoje, por intermédio dos discos, a mais formidável propaganda que se pode imaginar. Curioso notar que, como querendo favorecer a música dos filhos da terra do Tio Sam, o antigo disco mecânico, apesar das dificuldades de registros existentes, reproduzia de forma mais que satisfatória as melodias de jazz… E o jazz correu o mundo, levado por esses maravilhosos e pequenos sóis negros, de extraordinário poder difusor. E a nevrose do grande conflito de 1914, colaborou nessa propaganda, pelos gostos da sociedade do pós-guerra, e pelo disco que, nesta ocasião, começava a se difundir, principalmente com a música americana… (apud RIBEIRO JUNIOR, 2016, p. 37).

E, curiosamente, no domínio do cinema falado, ora em nascimento, vamos encontrar os mesmos sinais observados acima em relação ao disco: “O disco, o cinema falado, o dólar! Tudo a serviço da propaganda americana, por uma de suas formas mais acessíveis: a música, o jazz, portanto.” (apud RIBEIRO JUNIOR, 2016, p. 37).

“Ouçam a América” a política americana nos primórdios do Jazz no Brasil.

Dessa forma, os conjuntos regionais que assumiram o rótulo de jazz bands “representaram um momento de anseio por inovações culturais, e seu repertório variado, nada mais foi, que a tentativa de manter os ritmos tipicamente brasileiros – por fazerem parte das tradições regionais” e, também “adicionar arranjos, ou peças musicais que flertassem com o jazz” (RIBEIRO JÚNIOR, 2016, p. 33). Isto porque essa influência aconteceu de duas maneiras, ora pela “transposição direta (isto é, temas originais norte-americanos executados por formações instrumentais semelhantes às desenvolvidas nos EUA)”, ora “por influências diversas em forma da música popular brasileira” (CALADO, 1990, p. 221).

Não cabe aqui discutir se esse formato de jazz era menos ou mais autêntico do que o americano, como se propuseram o historiador Eric Hobsbawm e outros historiadores que estudaram o jazz em si. Aqui, o interesse foi apresentar o pano de fundo da difusão do jazz no Brasil e sua influência na música popular brasileira, e como falar em jazz bands torna necessariamente falar em influências culturais, ou seja, de que “houve um intenso diálogo transnacional entre culturas modernas da década de 1920, envolvendo elementos musicais e sociais” (LABRES FILHO, 2014, p. 9). Em outras palavras, o objetivo foi apresentar, de forma sucinta, o cenário de inserção do jazz no Brasil e as formas pelas quais o gênero foi adaptado à realidade do país por meio dos músicos brasileiros.

Referências

CALADO, Carlos. O jazz como espetáculo. São Paulo: Perspectiva: Secretaria de Estado da Cultura, 1990.

COSTA, Antônio Maria Dias da; VIEIRA, Edimara Bianca Correa. Na periferia do sucesso: Rádio e Música Popular de massa em Belém nas décadas de 1940 e 1950. In. Revistas.pucsp.br. vol. 43, 2011.

FLÉCHET, Anaïs. Jazz in Brazil: An Early History (1920s-1950s). Jazz Research Journal, Vol. 10, No 1-2 (2016).

GILLER, Marília. Os jazz bands no Paraná, nas décadas de 1920 a 1940. In.: IX FÓRUM DE PESQUISA EM ARTE, 2013, Curitiba. Anais. Curitiba: Universidade Estadual do Paraná, 2013. p. 27-41.

_________. Dos Regionais às jazz Bands – 1920 a 1940. In. PORTELA, Tiago (org.). Songbook do choro curitibano, Otto Produções Artísticas, Curitiba, 2012.

HOBSBAWM, Eric. História Social do Jazz. 6. ed. Trad. Ângela Noronha. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

LABRES FILHO, Jair Paulo. Que jazz é esse: as jazz-bands no Rio de Janeiro da década de 1920. 2014. 151 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2014.

RIBEIRO JUNIOR, Antonio Carlos Araújo. O lugar do jazz na construção da música popular brasileira: uma análise de discursos na Revista da Música Popular (1950-1956). Editora Novas Edições Acadêmicas – OmniScriptum GmbH & Co. KG, 2016.

SEVERIANO, Jairo, MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo: 85 anos de músicas brasileiras. São Paulo: Editora 34, 2. ed., 1998. (Coleção Ouvido Musical).

MUNDIM, Ana Carolina. Uma possível história da Dança Jazz no Brasil. In. III Fórum de Pesquisa Científica em Arte. Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Curitiba, 2005. p. 96-108.

VEDANA, Hardy. Jazz em Porto Alegre. Porto Alegre: L&PM, 1987.

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Colaborador do Música e Sociedade. Mestrando no Programa de Pós-graduação em Cultura e Sociedade (Mestrado Interdisciplinar - UFMA) onde elabora dissertação a respeito do jazz no Brasil nos anos 60. É autor do livro "O lugar do jazz na construção da música popular brasileira (1950-1956)", graduado em História pela Universidade Estadual do Maranhão, baterista e escritor.